Crédito/Foto: Pixabay

Para entender o quanto os gastos com a alimentação dentro e fora de casa comprometem atualmente o salário dos trabalhadores, a empresa analisou o valor médio da cesta básica, que em junho, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), era de R$ 652,35. Com isso, a soma da alimentação dentro e fora do lar é de R$ 1.546,43, o que corresponde a 60,6% do valor dos rendimentos mensais dos brasileiros.     

Na análise por capitais, considerando a média salarial nacional, os gastos com alimentação comprometem em maior proporção o salário dos trabalhadores de Florianópolis (SC), com 70,6% (considerando o valor da cesta básica na cidade, a R$ 772,07, e o custo de se alimentar fora de casa por 22 dias úteis, por R$ 1028,50). Já Fortaleza (CE) é a capital em que as pessoas comprometem uma fatia menor do salário (50,2%), uma vez que a cesta básica custa, em média, R$ 628,46 na cidade e o custo para a alimentação fora é de R$ 652,30 ao mês.

“Os resultados da pesquisa só reforçam a importância de as empresas oferecerem benefícios de alimentação e refeição aos seus empregados e de revisar periodicamente os valores, para que acompanhem os custos do mercado. Além de serem importantes complementos na renda dos colaboradores, aumentando o seu poder de compra, principalmente diante do cenário de crise econômica, também contribui para a introdução deles à nutrição equilibrada e de outros hábitos saudáveis no dia a dia”, disse Felipe Gomes, diretor-geral da Ticket.

Fonte: Band