Crédito/Foto: Divulgação – CNC

Nos dias 22 e 23 de junho, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apresenta, em Brasília, o documento com proposições para o desenvolvimento dos setores representados no encontro de lançamento da Agenda Institucional do Sistema Comércio – Propostas e Recomendações de Políticas Públicas do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. 

O evento reúne presidentes das Federações do Comércio (Fecomércios), Federações Nacionais, SESC, SENAC, lideranças sindicais e empresariais de todo o Brasil e figuras relevantes do cenário político nacional para dialogar sobre os anseios do comércio de bens, serviços e turismo. Já confirmaram presença o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, e a senadora Simone Tebet. Também é esperado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O documento 

A Agenda Institucional do Sistema Comércio é uma ferramenta permanente e colaborativa que indica pautas prioritárias aos setores do comércio de bens, serviços e turismo, norteando as ações nos poderes.  A iniciativa é liderada pela CNC, representante máxima dos setores no Brasil, que agrupa mais de mil sindicatos de diversos segmentos, representando cerca de cinco milhões de empresas que geram 25 milhões de empregos diretos e formais no País. 

No documento, são apresentadas propostas e recomendações de políticas públicas que o setor terciário entende serem fundamentais para a economia do País, divididas em macrotemas, tais como: legislações empresarial, tributária, trabalhista, do consumidor e sindical; normalização comercial, acesso ao crédito, infraestrutura, poder público e micro e pequenas empresas (MPEs).

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, destaca o objetivo do Sistema Comércio em contribuir para a determinação de novos rumos em favor do desenvolvimento econômico e social do Brasil. “O Sistema CNC-Sesc-Senac entende que o momento é oportuno para ampliar o diálogo sobre pontos fundamentais para a modernização do arcabouço regulatório do Brasil. Não se trata apenas do posicionamento de uma entidade de defesa da livre-iniciativa, mas de propostas objetivas daqueles que acreditam em um país de liberdades individuais e coletivas, de democracia e igualdade social”.